Evaluación de la susceptibilidad a la inestabilidad gravitacional de acantilados en el litoral sur de Rio Grande do Norte desde la perspectiva del Índice de Susceptibilidad Erosiva (ISE)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47236/2594-7036.2026.v10.2175

Palabras clave:

Acantilados, Nivel de riesgo, Playas del litoral sur, Inestabilidad gravitacional

Resumen

Los acantilados costeros son escarpas empinadas formadas por la acción integrada de procesos marinos y subaéreos presentes en diversas áreas del litoral brasileño. El aumento del nivel relativo del mar y la intensificación de la dinámica costera contribuyen al retroceso de estas formas y al incremento de la susceptibilidad a movimientos en masa, especialmente en zonas con ocupación antrópica cercana a su base. En este contexto, este estudio realizó la evaluación de la susceptibilidad a la inestabilidad gravitacional de acantilados en el litoral sur de Rio Grande do Norte, desde la perspectiva del Índice de Susceptibilidad Erosiva (ISE), a partir de datos de campo obtenidos en tres playas representativas — Cotovelo, Tabatinga y Cacimbinhas — donde se aplicó una metodología propositiva basada en cuatro parámetros principales: cobertura vegetal, influencia antrópica, friabilidad litológica y condiciones de inestabilidad estructural. Los resultados indicaron que, aunque las áreas presenten características geológicas y de cobertura vegetal similares, la intensidad de la ocupación humana constituye uno de los principales factores de diferenciación en los niveles de susceptibilidad. Se observó que la acción del oleaje, combinada con la alta friabilidad de los materiales, la presencia de fracturas y las intervenciones antrópicas, potencia los procesos de inestabilidad, resultando en niveles de susceptibilidad que varían de moderados a altos. Por lo tanto, se hace necesario un monitoreo continuo y una planificación costera orientada a la mitigación de riesgos.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Métricas

Cargando métricas ...

Biografía del autor/a

Ângela Vitória Souza da Rocha, Instituto Federal de Rio Grande do Norte

Estudiante de grado en Gestión Ambiental en el Campus Natal-Central del Instituto Federal de Rio Grande do Norte. Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. Correo electrónico: angelavitoria8732@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0009-4008-357X. Currículum Lattes: http://lattes.cnpq.br/7020686021093899.

Letícia Gabriela Elias Soares, Instituto Federal de Rio Grande do Norte

Técnica en Geología en el Campus Natal-Central del Instituto Federal de Rio Grande do Norte. Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. Correo electrónico: leticiagabi889@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0008-3101-6474. Currículum Lattes: http://lattes.cnpq.br/2274447217718408.

Jairo Rodrigues de Souza, Instituto Federal de Rio Grande do Norte

Magíster en Ciencias Ambientales por el Instituto Federal de Rio Grande do Norte. Docente de Educación Básica, Técnica y Tecnológica de la Dirección Académica de Recursos Naturales del Campus Natal-Central del Instituto Federal de Rio Grande do Norte. Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. Correo electrónico: jairo.souza@ifrn.edu.br. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9176-1416. Currículum Lattes: http://lattes.cnpq.br/5149484835682816.

Citas

ALMEIDA JUNIOR, Eduardo Bezerra; ZICKEL, Carmen Silvia; MENDONÇA, Pimental Rejane Magalhães. Caracterização e espectro biológico da vegetação do litoral arenoso do Rio Grande do Norte. Revista de Geografia, v. 23, n. 3, p. 66-85, 2006.

AMARO, Venerando Eustáquio et al. Avaliação da suscetibilidade do solo à erosão nas falésias do litoral oriental do estado do Rio Grande do Norte. Revista Brasileira de Geomorfologia, v. 22, n. 1, 2021.

BARBOSA, Nathalia Marinho. Estabilidade das falésias da Barreira do Inferno - RN. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/23446. Acesso em: 11 jan. 2022.

BARRETO, Alcina Magnólia Franca et al. Geologia e geomorfologia do quaternário costeiro do estado do Rio Grande do Norte. Geologia USP: Série Científica, v. 4, n. 2, p. 1-12, 2004.

BORGES, Ricardo. As incríveis falésias do Nordeste brasileiro. Geobservatório, 2021. Disponível em: https://geobservatorio.com/blog/falesias-do-nordeste-brasileiro. Acesso em: 3 jul. 2021.

BRASIL. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Movimento de massa. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/mcti/pt-br/redemcti/cemaden/paginas/ameacasnaturais/movimento-de-massa. Acesso em: 20 set. 2021.

BUNDE, Mateus. Falésia. Todo Estudo, 2020. Disponível em: https://www.todoestudo.com.br/geografia/falesia. Acesso em: 19 jun. 2021.

CARDOSO, Gean Alef. Falésias. Portal São Francisco, 2021. Disponível em: https://www.portalsaofrancisco.com.br/geografia/falesias. Acesso em: 19 jun. 2021.

FERNANDEZ, Carlos Lopez et al. Instability mechanisms and evolution of a rocky cliff on the Atlantic coast of Spain. Journal of Coastal Conservation, v. 26, n. 60, 2022.

GOOGLE. Google Earth Pro. Versão 7.3. 2026. Disponível em: https://earth.google.com/. Acesso em: 22 abr. 2026.

LIMA, Carlos César Uchoa; MAIA, Rubson Pinheiro. Conditioning factors and processes that promote the retreat of sea cliffs on the South coast of the state of Bahia, Brazil. Revista de Geomorfologia, v. 4, n. 2, 2023.

MAIA, Rubson Pinheiro; AMORIM, Rodrigo de Freitas. Aspectos morfoestruturais e fatores erosivos em falésias. O caso de Pipa-RN. Revista Brasileira de Geomorfologia, v. 23, n. 4, 2022.

MATOS, Maria de Fátima Alves et al. Análise comparativa da agitação obtida com o modelo numérico (SWAN) na modelagem de ondas do litoral setentrional do Rio Grande do Norte, Brasil e dados de campo. Revista de Gestão Costeira Integrada, v. 13, n. 3, 2013.

OLIVEIRA, Luana Ramos; VITAL, Saulo Roberto de Oliveira; MOURA, Christianne Maria da Silva. Erosão costeira: um estudo bibliométrico acerca do processo erosivo em falésias. Entre-Lugar: Revista do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFGD, v. 15, n. 29, 2024.

PAIVA, Ricardo Alexandre. A expansão da urbanização litorânea e turística na Região Metropolitana de Natal (RMN). Natal: UFRN, 2019. Disponível em: https://www.anptur.org.br/anais/anais/files/7/9.pdf. Acesso em: 30 dez. 2021.

PFALTZGRAFF, Pedro Augusto dos Santos; TORRES, Fernanda Soares de Miranda. Geodiversidade do estado do Rio Grande do Norte. Natal: UFRN, 2010.

RIZZINI, Carlos T. Tratado de fitogeografia do Brasil, v. 2. Aspectos ecológicos. São Paulo: Hucitec/Edusp, 1979.

ROMANO, Rogério Tadeu. Falésias. Jus, São Paulo, USP, 2020. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/86827/falesias. Acesso em: 11 ago. 2021.

SANTIAGO, Emerson. Falésia. InfoEscola, 2021. Disponível em: https://www.infoescola.com/geologia/falesia/. Acesso em: 10 jun. 2021.

SANTOS, Daniel Carlos Alves et al. Geotecnologias e o estudo da degradação do patrimônio natural costeiro: o caso do Morro do Careca, Natal-Rio Grande do Norte (2023). Revista Contexto Geográfico, v. 9, n. 18, 2024.

SCUDELARI, Ada Cristina et al. Avaliação de curto prazo da retração das falésias de Tibau do Sul-RN. Revista de Geociências do Nordeste, v. 7, n. 2, 2021.

SILVA, Mayra Barros; BULHÕES, Eduardo. Aspectos relacionados às taxas de mobilidade da linha de costa no litoral brasileiro. Revista Geo UERJ, v. 7, n. 42, 2023.

TÁBUA DE MARÉS. Rio Grande do Norte. Tábua de marés e solunares. Cacimbinha, Cotovelo e Tabatinga. 2021. Disponível em: https://tabuademares.com/br/rio grande-do-norte. Acesso em: 7 ago. 2021.

TULIK, Olga. Turismo e meios de hospedagem no Rio Grande do Norte: casas de temporada. São Paulo: Roca, 2001. 113 p. Acesso em: 30 dez. 2021.

VASCONCELOS, Fábio Perdigão. Gestão integrada da zona costeira: ocupação antrópica desordenada, erosão, assoreamento e poluição ambiental do litoral. Fortaleza: Premius, 2005.

Publicado

2026-08-07

Cómo citar

ROCHA, Ângela Vitória Souza da; SOARES, Letícia Gabriela Elias; SOUZA, Jairo Rodrigues de. Evaluación de la susceptibilidad a la inestabilidad gravitacional de acantilados en el litoral sur de Rio Grande do Norte desde la perspectiva del Índice de Susceptibilidad Erosiva (ISE). Revista Sítio Novo, Palmas, v. 10, p. e2175, 2026. DOI: 10.47236/2594-7036.2026.v10.2175. Disponível em: https://sitionovo.ifto.edu.br/index.php/sitionovo/article/view/2175. Acesso em: 9 ago. 2026.

Número

Sección

Artigo Científico