Clima organizacional no setor público: uma análise na Secretaria da Fazenda do Estado do Tocantins em 2017
DOI:
https://doi.org/10.47236/2594-7036.2018.v2.i2.5-25pResumen
O diagnóstico do clima organizacional é importante para averiguar o nível de favorabilidade do trabalhador em relação ao ambiente organizacional. O presente estudo se faz necessário para mensurar como os servidores percebem sua realidade no ambiente de trabalho e mensurar o grau de satisfação no ambiente público e identificar os pontos críticos apontados por eles, abrindo espaço para que a instituição promova mecanismos de melhorias. Com base no relatório analítico e técnico de pesquisa do clima organizacional, foram identificados onze fatores, subdivididos em duas dimensões, a saber: a dimensão organização institucional (carga de trabalho, infraestrutura e condições de trabalho, clareza organizacional e padrão de desempenho); e a dimensão psicossocial (liderança, comprometimento organizacional, trabalho em equipe, reconhecimento do mérito, qualificação profissional, comunicação e qualidade de vida). O estudo se deu por meio de pesquisas bibliográficas, documentais e com base em dados secundários originários da pesquisa realizada pela Secretaria da Fazenda do Estado do Tocantins (SEFAZ) em 2017. O tipo de abordagem foi de caráter qualitativo e quantitativo e os dados foram coletados por meio de questionários contendo 49 perguntas de aspectos psicossocial e relativos à dimensão organização institucional, e por meio dos quais foi possível verificar que dos 819 servidores da SEFAZ, 92% são efetivos. Como resultados, foi possível perceber que os pontos mais críticos são: qualidade de vida e qualificação profissional, que atingiram as médias de favorabilidade de 35,40% e 45,14%, respectivamente, abaixo da média considerada aceitável pela SEFAZ, que é superior a 60%. Quanto aos fatores infraestrutura e condições de trabalho e o de comunicação, as médias de favorabilidade foram de 56,16% e 59,40%, respectivamente, considerados como regular.Termos para indexação: Clima organizacional, ambiente de trabalho, gestão pública, satisfação profissional.Descargas
Métricas
Citas
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Psicologia aplicada à administração de empresas do comportamento organizacional. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
BISPO, Carlos Alberto Ferreira. Um novo modelo de pesquisa de clima organizacional. São Paulo: EESC – USP, 2006. p. 258-273.
CARDOSO, Miguel Pedro. Mudança ideológica para a qualidade: uma abordagem antropológica. 1. ed. Niterói: EDUFF, 2000.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. In: Teoria Comportamental. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
CODA, Roberto. Pesquisa em clima organizacional e gestão estratégica em recursos humanos. In: BERGAMINI, Cecília W.; CODA, Roberto (Orgs.). Psicodinâmica da vida organizacional. Motivação e liderança. São Paulo: Atlas, 1998.
FARAH, Marta Ferreira Santos; BARBOZA, Hélio Batista (Orgs.). Novas experiências de gestão pública e cidadania. Rio de Janeiro: FGV, 2000.
GASPARETTO, Luiz Eduardo. Pesquisa de clima organizacional: o que é e como fazer. 3. ed. São Paulo: Scortecci, 2008.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos. Tradução de Maria Lúcia G. Leite Rosa. São Paulo: Pioneira, 2000.
MATOS, Gustavo Gomes de. Comunicação empresarial sem complicação. 3. ed. Barueri-SP: Manole, 2014.
MILKOVICH, George T.; BOUDREAU, Jhon W. Administração de recursos humanos. Tradução de Reinaldo C. Marcondes. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MINAYO, Maria Cecília de Souza; SANCHES, Odécio. Quantitative and qualitative methods: opposition or complementarity? Cad. Saúde Públ., Rio de Janeiro, v. 9, n. 3, p. 239-262, 1993.
MINICUCCI, Agostinho. Psicologia Aplicada à Administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MOTTA, Fernando Cláudio Prestes; VASCONCELOS, Isabella Francisca Freitas Gouveia de. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Pioneira, 2002.
NEVES JUNIOR, Aires Pereira. Eficiência e aprendizagem organizacional: o caso do gabinete de senador. Monografia (Especialização em Administração Legislativa) – Universidade do Legislativo Brasileiro. Brasília, 2009. 155 p..
OAKLAND, John. Gerenciamento da qualidade total. Tradução Adalberto Guedes Pereira. São Paulo: Nobel, 2004.
SILVA, Reinaldo Oliveira. Teoria da administração. 1 ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
SIMÕES, Martim Francisco Cruz. Liderança e gestão intermediária. Publicado em 12 de janeiro de 2017. Disponível em: https://www.linkedin.com/pulse/lideran%C3%A7a-e-gest%C3%A3o-intermedi%C3%A1ria-martim-sim%C3%B5es. Acesso em: 10 jul. 2018.
TOCANTINS. Secretaria da Fazenda. Relatório analítico e técnico: pesquisa do clima organizacional da Secretaria da Fazenda do estado do Tocantins. Palmas, jun. 2017.
TORQUATO, Gaudêncio. Comunicação nas organizações. São Paulo: Summus, 2015.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2018 REVISTA SÍTIO NOVO

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Permite el intercambio, la adaptación y el uso para cualquier fin, incluso comercial, siempre que se otorgue la debida atribución a los autores y a la Revista Sítio Novo.
Los autores declaran que el trabajo es original y que no ha sido publicado previamente, ni total ni parcialmente, salvo en servidores de preprints reconocidos, siempre que se declare, y que ningún otro manuscrito similar de su autoría se encuentra publicado ni en proceso de evaluación por otra revista, ya sea impresa o electrónica.
Declaran que no han violado ni infringido ningún tipo de derecho de propiedad de terceros, y que todas las citas en el texto son hechos verídicos o están basadas en investigaciones con exactitud científicamente comprobable.
Los autores conservan los derechos de autor de los manuscritos publicados en esta revista, permitiendo el uso irrestricto de su contenido, siempre que se cite adecuadamente la autoría original y la fuente de publicación.















