Fundamentos filosóficos y epistemológicos para las teorías-prácticas de la terapia de masaje en la contemporaneidad brasileña

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47236/2594-7036.2026.v10.2049

Palabras clave:

Brasil, Filosofía, Paradigmas Epistemológicos en Salud, Racionalidades Médico-Terapéuticas, Terapia de Masaje

Resumen

Se objetiva estimular un diálogo entre la terapia de masaje y la filosofía a partir del cuestionamiento: ¿cuáles son los principales paradigmas epistemológicos en salud de la contemporaneidad que orientan la producción teórico-práctica de la terapia de masaje, especialmente en la realidad brasileña? Se fundamenta en la lógica dialéctico-argumentativa, redactado en estilo ensayístico. Con base en las publicaciones de Madel Therezinha Luz, se identificaron estos paradigmas contemporáneos, se destacaron sus características fundamentales en la teoría y la práctica, y se establecieron correlaciones. Los resultados se organizaron en torno a los conceptos principales abordados, como episteme, epistemología, paradigmas epistemológicos y salud, que permiten articular las relaciones entre la terapia de masaje y la filosofía. Los paradigmas biomédico e integrativo se analizaron y discutieron por separado, con un intermezzo estratégico entre ellos, en el que se analizó la "subversión inmanente" a la luz de Baruch Spinoza, y se aclararon los paradigmas “vitalista” y “holístico”, aclarando sus definiciones y diferencias. Así, se entiende que los principales paradigmas epistemológicos en salud son el biomédico y el integrativo. Por un lado, las herramientas filosóficas y exegéticas empleadas en la interpretación del paradigma biomédico demostraron características trascendentes en su origen y desarrollo, en la medida en que evidenciaron lo contrario respecto al paradigma integrativo, el cual, se entiende, se acerca mucho a una dinámica inmanente. No obstante, fue posible reflexionar sobre la incidencia de tales teorizaciones en el ser vivo de manera integral, sin descuidar su carnalidad, corporeidad y fenómenos corporales.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Bryan Axt, Instituto Federal de Paraná

Magíster por el Programa de Posgrado en Filosofía de la Pontificia Universidad Católica de Paraná. Agente público administrativo tercerizado en la Secretaría Académica del Campus Curitiba, del Instituto Federal de Paraná. Curitiba, Paraná, Brasil. Direcciones electrónicas: bryan.axt@ifpr.edu.br / bwaxtakh@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-4061-1247. Currículum Lattes: https://lattes.cnpq.br/6365789691799726.

Evelise Dias Antunes, Instituto Federal de Paraná

Doctora en Salud Pública por la Universidad de São Paulo. Profesora de Educación Básica, Técnica y Tecnológica, actuando en los cursos Técnico y de Tecnología en Masoterapia del Campus Curitiba, del Instituto Federal de Paraná. Actualmente también ejerce el cargo de Directora de Educación Superior y Posgrado en este campus. Curitiba, Paraná, Brasil. Dirección electrónica: evelise.antunes@ifpr.edu.br. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-1875-5538. Currículum Lattes: https://lattes.cnpq.br/4146623773754582.

Citas

AGUIAR, Raphael Augusto Teixeira de. A construção internacional do conceito de atenção primária à saúde (APS) e sua influência na emergência e consolidação do Sistema Único de Saúde no Brasil. 136 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina, UFMG, 2007. Disponível em: https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/2653.pdf. Acesso em: 14 mar. 2026.

ANTUNES, Priscilla et al. Revisão sistemática sobre práticas corporais na perspectiva das práticas integrativas e complementares em saúde. Motrivivência, Florianópolis, v. 30, n. 55, p. 227–247, 2018. DOI: 10.5007/2175-8042.2018v30n55p227. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/2175-8042.2018v30n55p227. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.5007/2175-8042.2018v30n55p227

BARBOSA, Mariana de Toledo. A ontologia espinosista de Deleuze: univocidade, imanência, diferença. Revista de Filosofia Aurora, Curitiba, v. 32, n. 56, 2020. DOI: 10.7213/1980-5934.32.056.DS09. Disponível em: https://periodicos.pucpr.br/aurora/article/view/25027. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.7213/1980-5934.32.056.DS09

BARROS, Nelson; LUZ, Madel. Em resposta. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 29, n. 4, e200300, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-12902020200300. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sausoc/a/jGng6mD4CnRtkd7qJkSFfYg/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/s0104-12902020200300

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 1988. Diário Oficial da União. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 19 mar. 2026.

BRASIL. [Portaria GM/MS nº 971 (2006)]. Aprova a PNPIC no SUS. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2006. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt0971_03_05_2006.html. Acesso em: 14 mar. 2026.

BRASIL. [Portaria nº 849 (2017)]. Inclui práticas na PNPIC. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt0849_28_03_2017.html. Acesso em: 14 mar. 2026.

BRASIL. [Portaria nº 702 (2018)]. Inclui novas práticas na PNPIC. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2018/prt0702_22_03_2018.html. Acesso em: 14 mar. 2026.

BRASIL. Glossário temático: práticas integrativas e complementares em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2018.

BRASIL. Relatório de Monitoramento Nacional das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2023a. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/enchentes/relatorios/2024/relatorio-de-monitoramento-nacional-das-praticas-integrativas-e-complementares-em-saude.pdf. Acesso em: 15 mar. 2026.

BRASIL. [Lei n° 1.262 (2023b)]. Regulamentação da profissão de Massoterapeuta. Brasília, DF: Senado Federal, 2023. Disponível em: https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=9292572&ts=1770905447827&disposition=inline. Acesso em: 14 mar. 2026.

BROWN, Denise Whichello. Massagem Terapêutica: Introdução Prática. São Paulo: Manole, 2001.

CESARIO, Raquel; CESARIO, Manuel; SANTOS, Cibele. Alvorecer do Paradigma Sistêmico na Educação Médica. Revista brasileira de Educação Médica, v. 43, n. 1, pp. 305–313, 2019. DOI: 10.1590/1981-5271v43suplemento1-20190116. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbem/a/wg493C3v7BmVtZFZRBYfXyq/?format=html&lang=pt. Acesso em: 31 mar. 2024. DOI: https://doi.org/10.1590/1981-5271v43suplemento1-20190116

CONCEIÇÃO, Gilmar Dias da. A Convalescença como possibilidade de Saúde para o Corpo nos escritos de Friedrich Nietzsche. 126 p. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2015.

CHAUI, Marilena. Espinosa, uma subversão filosófica. Revista Cult, São Paulo, 2010. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/baruch-espinosa/. Acesso em: 17 mar. 2024.

CRAIA, Eladio Constantino Pablo. A problemática ontológica de Gilles Deleuze. Curitiba: EdUnioeste, 2002.

CRAIA, Eladio Constantino Pablo. A técnica reconsiderada: do meta-discurso epistemológico à questão ontológica. Revista de Filosofia Aurora, Curitiba, v. 18, n. 22, p. 11-36, maio, 2006. ISSN 1980-5934. DOI: 10.7213/rfa.v18i22.2092. Disponível em: https://periodicos.pucpr.br/aurora/article/view/2092. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.7213/rfa.v18i22.2092

DANESHFARD, Babak; SANAYE, Mohammad; NIMROUZI, Majid. Prolegomena to a true integrative medical paradigm. Altern Ther Health Med, Houston, Texas, Estados Unidos, v. 25, n. 2, p. 50-60, 2019. DOI: 10.4172/2327-5162.C1.014. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29332025/. Acesso em 15 mar. 2026.

DEJOURS, Christophe.; DESSORS, Dominique.; DESRIAUX, François. Por um trabalho, fator de equilíbrio. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 33, n. 3, p. 98–104, maio 1993. DOI: 10.1590/S0034-75901993000300009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rae/a/4t8CXdBtny3nzzYb8fpWFLy/?lang=pt. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-75901993000300009

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Felix. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34, 1992.

DELEUZE, Gilles. Sobre o teatro: Um manifesto de menos / O esgotado. Trad. Ovídio de Abreu e direção de Roberto Machado. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2010.

DELEUZE, Gilles. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia 2, vol. 3. 2ª ed. São Paulo: Editora 34, 2012.

DELEUZE, Gilles. Dois regimes de loucos: textos e entrevistas [1975-1995]. São Paulo: Editora 34, 2016.

DELEUZE, Gilles. Conversações. 3. ed. [reimpr.]. São Paulo: Editora 34, 2021.

FOUCAULT, Michel, 1926-1984. A arqueologia do saber. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.

FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 42. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2022.

FRANCO, Marcel et al. Práticas corporais na promoção de saúde e qualidade de vida: atuação entre Educação Física e Medicina na Escola Multicampi de Ciências Médicas do Rio Grande do Norte. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 31, n. 3, p. e310320, 2021. DOI: 10.1590/S0103-73312021310320. Disponível em: https://www.scielo.br/j/physis/a/zwXdwVwgNDR6DdkQm4ZDLJf/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/s0103-73312021310320

GROSFOGUEL, Ramón. Para uma visão decolonial da crise civilizatória e dos paradigmas da esquerda ocidentalizada. BERNARDINO-COSTA, Joaze; MALDONADO-TORRES, Nelson; GROSFOGUEL, Ramón (Orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica editora, pp. 63-64, 2019.

KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. 5 ed. São Paulo: Editora Perspectiva, 1998

LUZ, Madel Therezinha. Racionalidades médicas e terapêuticas alternativas. Rio de Janeiro: UERJ/IMS, 1993.

LUZ, Madel Therezinha. Cultura contemporânea e Medicinas Alternativas: novos Paradigmas em Saúde no fim do século XX. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 7, n. 3, pp. 13-43, 1997. DOI: 10.1590/S0103-73312005000300008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/physis/a/z9PJY5MpV44ZdCmkNcLmBPq/?lang=pt. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-73311997000100002

LUZ, Madel Therezinha. Natural, racional, social: razão médica e racionalidade moderna. Rio de Janeiro: Fiocruz - Edições Livres, 2019.

MARTINS, André. Novos Paradigmas e Saúde. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 9, n. 1, pp. 83-112, 1999. DOI: 10.1590/S0103-73311999000100004. Disponível em: https://www.scielo.br/j/physis/a/wCwwXrxFmJQWTJ6Z3JDj3xh/abstract/?lang=pt. Acesso em: 16 de mar. 2024. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-73311999000100004

MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

NASCIMENTO, Marilene do et al. A categoria racionalidade médica e uma nova epistemologia em saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 18, n. 12, 3595-3604, 2013. DOI: 10.1590/S1413-81232013001200016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/pc64qpYhDGL9QDZp9DnJWzc/?lang=pt. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-81232013001200016

NIETZSCHE, Friedrich. Ecce Homo: de como a gente se torna o que a gente é. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2023.

NUNES, Everaldo Duarte. Saúde Coletiva: história recente, passado antigo. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 3, n. 2, p. 5–21, 1994. DOI: 10.1590/S0104-12901994000200002. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sausoc/a/bTHWsnDCM3h9Fpj73YGSLgn/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 19 mar. 2026.

OLIVEIRA, Danilo Patzdorf Casari de. Artista-educa-dor: a somatopolítica neoliberal e a crise da sensibilidade do corpo ocidental(izado). 2022. Tese (Doutorado em Teoria, Ensino e Aprendizagem) – Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022. DOI: 10.11606/T.27.2022.tde-26092022-105051. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27160/tde-26092022-105051/pt-br.php. Acesso em: 14 mar. 2026.

OLIVEIRA, Isabela; CÂNDIDO, Viviane. O ensino em Saúde e a Filosofia: especificidades e perspectivas da Filosofia da Saúde. PoliÉtica. Revista de Ética e Filosofia Política, São Paulo, v. 12, n. 2, 2024, pp. 13-33. DOI: 10.23925/politica.v12i2.68283. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/PoliEtica/article/view/68283. Acesso em: 15 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.23925/politica.v12i2.68283

OMS. Organização Mundial da Saúde. Constituição da Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO) – 1946. USP. Disponível em: https://apps.who.int/gb/bd/PDF/bd47/EN/constitution-en.pdf?ua=1. Acesso em: 26 nov. 2023.

PAIM, Jairnilson; FILHO, Naomar de Almeida. Saúde coletiva: uma “nova saúde pública” ou campo aberto a novos paradigmas? Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 32, n. 4, p. 299–316, ago. 1998. DOI: 10.1590/S0034-89101998000400001. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rsp/a/PDRmKQr7vRTRqRJtSgSdw7y/?lang=pt. Acesso em: 15 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-89101998000400001

PORTOCARRERO, Vera. Vitalismo e Constituição da Biologia segundo Jacob, Canguilhem e Foucault. As ciências da vida: de Canguilhem a Foucault. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2009, pp. 105-125. DOI: 10.7476/9788575414101.0007. Disponível em: https://books.scielo.org/id/ddcs5/pdf/portocarrero-9788575414101-07.pdf. Acesso em: 22 nov. 2023. DOI: https://doi.org/10.7476/9788575414101.0007

PRECIADO, Paul B. Um apartamento em Urano: crônicas da travessia. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2019.

PRECIADO, Paul B. Testo junkie: sexo, drogas e biopolítica na era farmacopornográfica. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2023a.

PRECIADO, Paul B. Eu sou o monstro que vos fala: Relatório para uma academia de psicanalistas. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2023b.

PRESTES, Shuellen Iurk; ANTUNES, Evelise Dias. A insegurança jurídica no exercício da profissão de massoterapeuta no Brasil e possíveis caminhos para a regulamentação. In: BRAGA, Daniel L. S. (Org.). Reflexões e inovações nacionais no século XXI em direito e ciências jurídicas. Florianópolis: Instituto Scientia, 2022. DOI: https://doi.org/10.55232/1082024.3

REGISTRO, M.; PINHEIRO ELIAS, G.; ROMANIN SETI, M. E. Reflexões sobre o modelo biomédico e suas implicações no campo da Saúde Coletiva. Revista Interfaces: Saúde, Humanas e Tecnologia, Ceará, [S. l.], v. 13, n. 1, p. 5061–5069, 2025. DOI: 10.16891/2317-434X.v13.e5.a2025.id1988. Disponível em: https://interfaces.unileao.edu.br/index.php/revista-interfaces/article/view/1988. Acesso em: 19 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.16891/2317-434X.v13.e5.a2025.id1988

ROCHA, Aline. Uma análise sobre o processo de construção da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS e o Princípio da Integralidade. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Viçosa, Departamento de História, 2022. Disponível em: https://www.locus.ufv.br/handle/123456789/30421. Acesso em: 22 nov. 2023.

ROSE, Nikolas. A política da própria vida: biomedicina, poder e subjetividade no Século XXI. São Paulo: Paulus, 2013.

RUCOVSKY, Martín de Mauro. Bios precario: cultura y precariedad en Latinoamérica. Madrid: La Oveja Roja, 2022.

SILVA, Everaldo; LINS, Gustavo; CASTRO, Elza. Historicidade e olhares sobre o processo saúde-doença: uma nova percepção. Revista SUSTINERE, Rio de Janeiro, v. 4, n. 2, p. 171-186, jul-dez, 2016. DOI: 10.12957/sustinere.2016.25976. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/sustinere/article/view/25976. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.12957/sustinere.2016.25976

SILVEIRA, Roberta; ROCHA, Cristianne. Verdades em (des)construção: uma análise sobre as práticas integrativas e complementares em saúde. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 29, n. 1, e180906, 2020. DOI: 10.1590/S0104-12902020180906. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sausoc/a/g4mVXGJ8hC8VJJGptmdH5Sg/abstract/?lang=pt. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/s0104-12902020180906

SOUZA, Eduardo; LUZ, Madel. Bases socioculturais das práticas terapêuticas alternativas. História, Ciências, Saúde, Rio de Janeiro, v. 16, n. 2, abr.-jun. 2009, p. 393-405. DOI: 10.1590/S0104-59702009000200007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/hcsm/a/5YKvjJQmF4FDxr5Bh5pBB7J/abstract/?lang=pt. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-59702009000200007

TEIXEIRA, Elizabeth. Reflexões sobre o paradigma holístico e holismo e saúde. Rev. Esc. Enf. USP, São Paulo, v. 30, n. 2, p. 286-290, ago., 1996. DOI: 10.1590/S0080-62341996000200008. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reeusp/a/Cc7DsQRzKf8BrnqWgp3jtzB/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/S0080-62341996000200008

TEIXEIRA, Marcus Zulian. Antropologia Médica Vitalista: uma ampliação ao entendimento do processo de adoecimento humano. Revista de Medicina, v. 96, n. 3, p. 145–158, 2017. DOI: 10.11606/issn.1679-9836.v96i3p145-158. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revistadc/article/view/110789. Acesso em: 14 mar. 2026. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v96i3p145-158

WERNER, Ruth. Guia de patologia para massoterapeutas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

Publicado

2026-04-22

Cómo citar

AXT, Bryan; ANTUNES, Evelise Dias. Fundamentos filosóficos y epistemológicos para las teorías-prácticas de la terapia de masaje en la contemporaneidad brasileña. Revista Sítio Novo, Palmas, v. 10, p. e2049, 2026. DOI: 10.47236/2594-7036.2026.v10.2049. Disponível em: https://sitionovo.ifto.edu.br/index.php/sitionovo/article/view/2049. Acesso em: 23 abr. 2026.

Número

Sección

Artigo Científico