Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas na Região Norte
normatização, estrutura e perspectivas de inclusão
DOI:
https://doi.org/10.47236/2594-7036.2026.v10.2022Palavras-chave:
Educação especial, Educação profissional, NAPNE, Institutos Federais, Região NorteResumo
O objetivo deste artigo foi analisar como os regulamentos institucionais dos Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNEs) dos Institutos Federais (IFs) da região Norte do Brasil estruturam, normatizam e definem o público-alvo atendido, de modo a compreender as formas de organização adotadas nesses contextos e avaliar sua coerência com as diretrizes nacionais de inclusão. Como recorte desta pesquisa, foi escolhida a região Norte em razão da escassez de estudos sobre os NAPNEs nessa localidade. O estudo é qualitativo, descritivo e exploratório, com dados obtidos por pesquisa bibliográfica e documental. A análise considerou quatro categorias: fundamentos e concepções de educação inclusiva e educação especial; público-alvo e definições; estrutura e vinculação; atribuições e competências. Os resultados indicam convergência entre os regulamentos quanto à defesa da acessibilidade, à eliminação de barreiras e à articulação intersetorial como fundamentos da inclusão educacional. Entretanto, observam-se diferenças no grau de detalhamento das normativas, na especificação de procedimentos, na delimitação do público atendido e nos níveis de centralização institucional das ações inclusivas, o que pode gerar interpretações e implementações distintas. Conclui-se que, embora haja alinhamento aos princípios da educação inclusiva, as variações normativas reforçam a necessidade de revisão e adequação dos documentos institucionais, à luz dos marcos legais vigentes e das condições reais de funcionamento dos núcleos, a fim de fortalecer práticas inclusivas efetivas.Downloads
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