Análise do uso e ocupação da terra aplicada ao diagnóstico físico-conservacionista - DFC - da Bacia Hidrográfica do Rio Água Suja, Tocantins - Brasil
DOI:
https://doi.org/10.47236/2594-7036.2018.v2.i1.5-22pAbstract
A degradação dos recursos naturais é resultado de causas naturais, mas também de ações humanas. Estas últimas são as que causam maior impacto e, por isso, responsáveis pelos acelerados processos de degradação física dos recursos, atingindo especialmente as coberturas vegetais e o solo. As causas antrópicas de degradação da cobertura vegetal são identificadas geralmente em práticas e técnicas inapropriadas de uso e ocupação da terra, refletindo em uma segunda degradação, a dos solos. Por trás dessas práticas e técnicas, existem ações de políticas públicas e empresariais que se articulam pressionando a ocupação e o uso da terra. O enfoque deste trabalho refere-se à aplicação dos indicadores (parâmetros) potenciais de proteção da cobertura vegetal do solo, propostos pelos pesquisadores venezuelanos do CIDIAT/MARNR. Esses indicadores fazem parte do diagnóstico físico-conservacionistas - DFC -, e têm o objetivo de avaliar o quadro ambiental na perspectiva do grau de semelhança entre a cobertura vegetal atual e a cobertura vegetal original - CO -, e o grau de proteção da cobertura vegetal atual - CA - fornecido ao solo da bacia hidrográfica do Rio Água Suja. Por meio da análise de geoprocessamento, foram construídas as bases de uso e ocupação da terra utilizada na análise da dinâmica da paisagem e nos indicadores CO e CA do DFC, que apresentou como resultado 69% de proteção de cobertura vegetal.Downloads
Metrics
References
BELTRAME, A. V. Diagnóstico do meio físico de bacias hidrográficas: modelo e aplicação. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1994. 112 p.
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 4. ed. São Paulo: Ícone, 1999.
BRASIL. Departamento Nacional de Produção Mineral. Projeto Radam. Folha SE.22 Tocantins: Geologia, Pedologia, vegetação e uso potencial da terra. Rio de Janeiro, 1981.
BRASIL. Região Centro-Oeste do Brasil. Brasília. 4 cartas topográfica das folhas MI-1644, MI-1645; MI-1710 e MI-1711, 1984. Escala 1:100.000.
CÂMARA, G.; CASANOVA, M. A.; HEMERLEY, A.; MAGALHÃES, G. C.; MEDEIROS, C. M. B. Anatomia de sistemas de informação geográfica. Rio de Janeiro: INPE/IBM Brasil/UNICAMP/TELEBRÁS, 1996.
CHUEH, A. M. Análise do uso e degradação ambiental na bacia hidrográfica do Rio Pequeno – São José dos Pinhais /PR, por meio do diagnóstico físico-conservacionista – DFC. 2004. 102 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, 2004.
CONTI, J. B.; FURLAN, S. A. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. In: ROSS, J. L.; Sanches. (Org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp. 2005. p. 67-198.
CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. Degradação Ambiental. In: GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (Org.). Geomorfologia e meio ambiente. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003. p. 337-379.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE. Departamento de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Manual Técnico de Uso da Terra. 4. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2013.
___________________________________. Departamento de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Mapa de biomas do Brasil. 2004. Rio de Janeiro: IBGE, 2004. Escala 1:5.000.000. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/ho-me/presidencia/noticia/21052004biomashtml.shtm>. Acesso em: 31 jul. 2014.
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS - INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (São José dos Campos, SP). Imagens Landsat 5 TM. Disponível em: <http://www.dem.inpe.br>. Acesso em: set. 2014. 4 fotográficas aéreas com resolução de 30 metros.
LEITE, E. F. Característica, diagnóstico e zoneamento ambiental: o exemplo da bacia hidrográfica do Rio Formiga-TO. 2011. 228 f. Tese (Doutorado em Geografia) – Programa de Pós-graduação em Geografia, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, MG, 2011.
LEITE, E. F. Utilização do geoprocessamento na análise ambiental por diagnóstico físico-conservacionista: estudo de caso na microbacia hidrográfica do Córrego Vilas Boas, Miranda-MS. 139 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Programa de Pós-graduação stricto sensu, Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Aquidauana, 2007.
LIRA, E. R. A gênese de Palmas: Tocantins. Goiânia: Kelps, 2011.
MENDES, L.F.; CAMPANHARO, W. A.; PILON, L.C.; CRUZ, T.P. FERRARI, J. L, Diagnóstico fisco-ambiental do assentamento paraíso, Alegre, ES. Revista Verde, Mossoró, RN, v. 8, n. 1, p.190-198, jan/mar2013. Disponível em: <http://www.gvaa.com.br/revista/index.php/RVADS/article/view/1822/1530>. Acesso em: 14 nov. 2015.
MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4. ed. Viçosa: Ed. UFV, 2011.
RESCK, D. V. S.; FERREIRA, E. A. B.; SANTOS JÚNIOR, J. D. G.; SÁ, M. A. C.; FIGUEIREDO, C. C. Manejo do solo sob um enfoque sistêmico. In: FALEIRO, F. G.; FARIAS NETO, A. L. (Org.) Savana: desafios e estratégias para o equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais. Brasília/Planaltina (DF): Embrapa Informação Tecnológica, 2008. 1198 p.
SANTOS, R. D.; LEMOS, R. C.; SANTOS, H. G.; KER, J. C.; ANJOS, L. H. C. Manual de descrição e coleta de solos no campo. 5. ed. Viçosa: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2005. 100 p.
TOCANTINS (Estado), Secretaria de Planejamento do Estado do Tocantins. Bases Vetoriais. 2012. Disponível em: <http://www.seplan.to.gov.br/Portal/governo/geo/bases-vetoriais>. Acesso em: jun. 2013.
USGS. Earth Explorer. Imagem Landsat 8. Disponível em: <http://earthexplorer.usgs.gov/>. Acesso em: 9 out 2013. 1 fotografia aérea com resolução de 30 metros.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2018 REVISTA SÍTIO NOVO

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
It allows sharing, adaptation, and use for any purpose, including commercial use, provided proper attribution is given to the authors and to Revista Sítio Novo.
The authors declare that the work is original and has not been previously published, in whole or in part, except on recognized preprint servers, if declared, and that no other similar manuscript authored by them is published or under review by another journal, whether printed or electronic.
They declare that they have not violated or infringed upon any proprietary rights of others, and that all citations in the text are factual or based on research with scientifically significant accuracy.
The authors retain the copyright of the manuscripts published in this journal, allowing unrestricted use of their content, provided that the original authorship and the publication source are properly cited.













