Acceso a la justicia en Brasil
justicia consensual entre democratización y límites institucionales
DOI:
https://doi.org/10.47236/2594-7036.2026.v10.2127Palabras clave:
Acceso a la justicia, CEJUSCs, Autocomposición, Justicia consensual, Política judicialResumen
Este artículo analiza el papel de los Centros Judiciales de Solución de Conflictos y Ciudadanía (CEJUSCs) en el contexto de la Política Judicial Nacional de tratamiento adecuado de los conflictos, instituida por la Resolución nº 125/2010 del Consejo Nacional de Justicia, con enfoque en su contribución a la ampliación del acceso a la justicia en Brasil. Se parte de la premisa de que los CEJUSCs constituyen instrumentos relevantes para la diversificación de los medios de tratamento de conflictos, al promover soluciones consensuadas y un modelo de justicia de carácter plural. Se adopta un enfoque cualitativo, con método deductivo, a partir del análisis normativo, bibliográfico e institucional. El problema de investigación consiste en investigar en qué medida la actuación de los CEJUSCs, aunque orientada a la democratización del acceso a la justicia, puede verse también tensionada por una lógica de gestión de la litigiosidad. Los resultados indican que los CEJUSCs amplían el acceso a la justicia al reducir barreras y fomentar la participación de las partes, pero su efectividad depende de las condiciones concretas de implementación. Se concluye que, para que su potencial democratizador sea plenamente realizado, es necesaria una lectura crítica de su institucionalización, con énfasis en la calidad de los procedimientos, en la protección de las partes vulnerables y en la promoción de una justicia materialmente adecuada.Descargas
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